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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Cuidando do kapha no inverno - segunda parte

Por Dra. Maria Stela De Simone

A digestão

O aumento de kapha gera tendência à obesidade, letargia, digestão lenta, compulsões e vícios alimentares, dor articular, diminuição da motivação, colesterol elevado, diabetes, alergias e congestões. Tal desequilíbrio é causado pelas qualidades predominantes de kapha – frio, umidade e peso – que podem afetar a digestão e torná-la lenta. Assim, a absorção dos nutrientes fica prejudicada e o corpo, além de não extrair do alimento tudo o que necessita, não elimina bem as toxinas e partículas não digeridas. Estas partículas de alimento não digerido são chamadas de "ama" em Ayurveda e, se mantidas dentro do sistema durante um período prolongado de tempo, causam congestão, danificam as células e tornam os tecidos vulneráveis às doenças.

Sobre alimentos

Identificar uma refeição que aumente muito kapha não é difícil: em primeiro lugar, observe o tipo e a quantidade de alimento que você come e a hora do dia que está comendo. Depois, veja se logo após a refeição seu corpo e sua mente experimentam uma sensação de peso, moleza e sonolência. Isso ficará mais evidente em pessoas de natureza predominantemente kapha, é claro.
O Ayurveda oferece um vasto conhecimento sobre alimentação para equilíbrio de kapha. Em primeiro lugar, se você tem uma natureza kapha predominantemente, não tem a capacidade de digerir grandes quantidades de alimentos, porque sua digestão é mais pesada e lenta, atributos da terra e da água, elementos predominantes desse dosha: é melhor que faça pequenas refeições, sem pular nenhuma. O ideal é que toda a comida seja fresca, pois só o alimento fresco é inteligente, rico em prana e ajuda a devolver o equilíbrio natural das células do corpo e da mente. Restos de comida, enlatados, congelados e alimentos velhos danificam o corpo. Os alimentos refinados não tem prana, portanto não colaboram com a nutrição profunda do nosso corpo, apesar de disponibilizarem calorias. Considere estes aspectos da próxima vez que for fazer suas compras.
Para ter saúde é preciso aprender a escolher.
Outros aspectos importantes: almoce num horário de predomínio de Pitta, entre 10 e 14 horas, tentando ficar numa faixa mais próxima do meio-dia, quando o sol está no seu ápice. Pense no seu almoço e jantar mais do que refeições como lanches, etc. Restrinja o consumo de gelados, leite, carnes, castanhas, óleos, açúcar, sal e alimentos fermentados ou com sabor ácido. Atenção, restringir não é eliminar, apenas diminuir do cardápio.
Procurar comer vegetais folhosos verdes cozidos todos os dias junto com grãos integrais, que são ricos em proteína, como a cevada, milheto, aveia, cuscuz, o trigo sarraceno, aveia, quinoa e amaranto. Lentilhas, tofu e amêndoas são também excelentes fontes de proteína. Fique longe de arroz, trigo e açúcar refinados, comendo apenas uma vez por semana.
Uma colher de sopa de mel por dia é uma ótima pedida – exceto para pessoas portadoras de diabetes. Em relação aos óleos, use duas colheres de azeite ou ghee (manteiga clarificada) por dia, mas não esqueça de que, e você tem colesterol alto, deve ser mais cuidadoso). Se a vontade de tomar leite for grande, use o desnatado, cozinhando-o durante algum tempo com uma pitada de gengibre e cúrcuma em pó antes de beber. Isso reduz bastante as propriedades “mucogênicas” (produtoras de muco) do leite e é uma etapa fundamental para pessoas com problemas respiratórios em geral, da rinite à bronquite.

Temperos são perfeitos para se conquistar uma digestão forte. O sabor picante, de acordo com o Ayurveda, é formado pelos elementos fogo e ar, por isso tem efeito bastante rápido sobre o organismo. Ex.: pimenta, páprica, gengibre seco, alho, cravo, louro, feno-grego, sementes de cominho, coentro, coentro, salsa, açafrão, canela, noz moscada, manjericão, tomilho, orégano, cardamomo, sálvia, semente de mostarda e etc.
Comer fruta diariamente para ajudar a obter as vitaminas e minerais, mas coma menos frutas doces e ácidas. A melhor forma de ingerir frutas para reduzir kapha e cozinhá-las ou assá-las com cravo.
Os sabores que ativam (aumentam) kapha são doce, ácido e salgado, por isso estes são os sabores que você deve evitar. Por outro lado, os que vão ajudar você a gerenciar bem kapha são picante, amargo e adstringente. Cultive hábitos alimentares inteligentes; você viverá mais e melhor.

Receita ayurvédica: Sopa de couve-flor

1 couve-flor fresca média
½ colher de chá de semente de coentro
½ colher de chá de sal
1 colher de sopa de castanha de caju

Lave a couve-flor e corte em pedaços menores. Adicione a água o suficiente para cozinhar numa panela grande a vapor. Tampe e deixe cozer ao fogo médio até ficar macia, cerca de 15-20 minutos. Em um liquidificador ou processador de alimentos, triturar bem o coentro, o sal e a castanha de caju. Quando a couve-flor estiver macia – sem desmanchar -, junte 1/2 xícara da água do cozimento no liquidificador e bata até ficar homogêneo, acrescentando a couve-flor em pedaços e bata um pouco mais, até alcançar a consistência desejada. Acerte o sabor.
Sirva este creme numa tigela funda. É um prato muito gostoso, de fácil digestão, nutritivo e perfeito para uma noite mais fria.
Bom apetite!

www.medicinaindiana.com.br

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Yoga Sem Fronteiras 2010

A Zen People apoia:

Clique na imagem para amplia-la.

Quatro dias de uma programação variada de atividades, práticas, palestras, apresentações musicais, vivências e muito mais, com expoentes de diferentes áreas e tradições compartilhando o mesmo propósito: um yoga, sem fronteiras.

www.yogasemfronteiras.com.br

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

O que yoga e corrida poderiam ter em comum?

por Edy Angely

O que uma filosofia e um esporte poderiam ter em comum? Se formos investigarmos mais a fundo, chegaremos a várias similaridades, até a uma incrível união.

Tanto para a prática de yoga quanto para a corrida é necessário ter disciplina, força de vontade e perseverança. Os resultados não surgem da noite para o dia. Além disso, usando uma roupa confortável, e munido de um tapetinho (yoga), e de um par de tênis (corrida) você já pode começar. Cabe aqui pontuar, hoje em dia há vários tipos de opções tanto para vestuário quanto para calçados. No quesito tênis, existem modelos diferentes para os três possíveis tipos de passadas: neutra, supinada e pronada. Em qualquer loja especializada consegue-se informação sobre como e aonde fazer o teste.

A primeira semelhança é a respiração. É ela que vai dizer com que ritmo que sua prática e sua corrida acontecerão. No yoga respiramos apenas pelas narinas, na corrida inspiramos pelo nariz e exalamos pela boca. Porém nada impede que, se o corredor for um praticante de yoga, ele experimente a respiração nasal também na corrida, com eventuais exaladas pela boca caso precise manter a temperatura do corpo equilibrada, ou às vezes, impor outro ritmo à corrida. Os pranayamas se tornam muito eficazes quando aplicados na mesma.

O conceito ético da não violência, ahimsa em sânscrito, é base de toda prática de yoga, assim como deveria ser para a nossa vida e para a corrida também. Respeitar seus limites, e ter consciência dos mesmos. Mas como assim praticar ahimsa na corrida? Na ansiedade de buscar tempos mais rápidos ou resultados impressionantes, corremos o risco de ignorar os sinais que o corpo nos envia, e que se não estivermos “presentes no momento presente” isso passa despercebido e você pode sofrer uma lesão; da mesma forma enquanto praticamos, e por dois segundos nossa mente “voa” para longe do tapetinho...um estrago acontece, vai de um simples desequilíbrio, um mal jeito ou uma queda.

Estar presente no momento presente, na corrida? Como assim?
Prestar atenção na forma que seu pé toca o chão, calcanhar primeiro ou ponta do pé? Sentir o movimento dos músculos, as sensações nas articulações, em especial tornozelos e joelhos, como eles recebem este impacto todo que vem de baixo? E sua coluna vertebral, o tronco se encontra na posição correta, você consegue escutar, sentir o seu coração batendo e evitar que ele saia pela boca? Essas são algumas de várias ponderações que o yoga traz ao corredor praticante, sem contar nos desafios que são enfrentados e superados no tapetinho e cuja experiência você leva para a corrida. E vale dizer, para a vida também, já que a corrida para muitas pessoas significa a superação de si mesmo.

No próximo encontro falaremos mais sobre Yoga e Corrida. Boas práticas e bons treinos!

Edy Angely é atleta e professora de yoga.
www.edyangely.com

As sacolas plásticas e a sustentabilidade

por Tatiane Rangel

Há um século o plástico era visto como a melhor opção por possuir características que hoje o torna um dos maiores vilões do Planeta Terra. Ser flexível, impermeável, resistente e pouco reativo a produtos químicos deixou de ser qualidade da matéria-prima e tornou-se uma grave ameaça ao meio ambiente ao longo do tempo com seu uso excessivo.

Com a sustentabilidade em alta, as embalagens plásticas tradicionais perderam espaço para os modelos ecológicos nos últimos anos. Em três anos houve uma queda de 15% na produção das sacolas plásticas.

As sacolas de plástico levam pelo menos 300 anos para se decompor no meio ambiente. Em todo o mundo são produzidos 500 bilhões de unidades a cada ano, o equivalente a 1,4 bilhão por dia. No Brasil, a principal alternativa são as sacolas de plástico oxibiodegradáveis. Elas vêm com um aditivo químico que acelera a decomposição em contato com a terra, a luz ou a água. O prazo de degradação é até 100 vezes menor - ou seja, uma sacola passa a levar apenas três anos para se decompor. No Paraná o governo já distribui gratuitamente essas sacolas.

Em São Paulo o projeto de lei determinando o uso de sacolas oxibiodegradáveis foi vetado pelo governador José Serra. Segundo o governo o aditivo que faz com que o plástico se degrade continuaria contaminando o ambiente por causa dos catalisadores empregados, derivados de metais como níquel e manganês. Nem Inglaterra nem Canadá, países que desenvolveram este aditivo oxidegradável, adotaram a tecnologia.

No Rio de Janeiro a fiscalização da lei que estimula o fim do uso das sacolas plásticas descartáveis em supermercados de médio e grande porte funciona desde o dia 16 de julho. Pioneira no país, a nova regulação oferece aos supermercados três opções: dar um desconto de três centavos a cada cinco itens comprados sem o uso de sacola plástica; trocar cada 50 bolsas retornadas por um quilo de alimento da cesta básica ou fornecer bolsas reutilizáveis. Os estabelecimentos também terão que exibir uma mensagem educativa que ensina ao consumidor que as sacolas plásticas levam até 100 anos para se decompor e estimula a sua substituição por sacolas reutilizáveis.

Quem quiser reclamar do descumprimento da lei, pode ligar para o INEA (Instituto Estadual do Ambiente) no telefone (21)2332-4604.
Mesmo antes do início fiscalização, segundo o INEA, no período de adaptação à lei, 600 milhões de sacolas de plástico deixaram de ser utilizadas. Entretanto, os fabricantes de sacolas argumentam que a medida cortará empregos no setor e os donos dos supermercados dizem que o custo de adaptação pode ser repassado ao consumidor.

Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), no Brasil, apenas em um mês um bilhão de sacolas são usadas para embalar produtos em lojas e supermercados. Deste número, 90% vão parar no lixo. Mas o cenário já foi pior: há quatro anos o país consumia três bilhões de unidades por mês com a mesma taxa de descarte.

O consumo de sacolas plásticas cai a cada ano no Brasil. Em 2007, foram produzidas 17,9 bilhões de unidades. Em 2008 foram 16,4 bilhões - 8,4% a menos. Já em 2009, 15 bilhões, uma queda de 16%. Neste ano de 2010, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) estima uma diminuição de 20%. Segundo a Abief as campanhas contra o plástico afetam muito a indústria. O segmento de sacolas descartáveis representa 14% dos negócios do setor. Sem alternativa, os fabricantes começam a se reciclar. Materiais oxibiodegradáveis, hidrossolúveis e biodegradáveis, que se dissolvem na natureza de 3 a 36 meses, ganham terreno na mesma velocidade com que o plástico tradicional perde mercado. No ano passado, representaram negócios de cerca de 100 milhões.

De acordo com empresas que fabricam polímeros de baixo impacto ambiental, as sacolas ecológicas já representam 18% das embalagens flexíveis produzidas no Brasil. Os compostos quando acrescentados à fórmula básica do plástico aceleram a decomposição dos polímeros em até 400 vezes. Ou seja, as sacolas aditivadas são absorvidas pela natureza em até três meses - contra mais de 100 anos da embalagem comum.

O papel e o papelão também estão em alta entre as opções de substituição ao plástico comum. Os fabricantes brasileiros de embalagens garantem que as sacolas de papel representam cerca de 70% dos produtos mais procurados. Há uma tendência das lojas, exceto os supermercados, de migrar para esta solução.

Na busca por tornar as empresas mais sustentáveis, o preço é o maior impedimento para a troca das sacolas tradicionais por opções menos agressivas ao ambiente. Cada unidade do plástico comum custa em média 2 centavos de real. Uma embalagem oxibiodegradável custa em média 20% mais. Já uma embalagem de papel é 85% mais cara.


Conheça alguns dos substitutos ecológicos das sacolas plásticas poluentes:


Papel certificado
O selo do Forest Stewardship Council (FSC) assegura que o material da sacola vem de manejo sustentável das florestas. Isso significa preservação, extração responsável de matéria-prima e ajuda no desenvolvimento das comunidades envolvidas no processo.

Papel reciclado
Existem dois tipos: o pré-consumo, no qual a matéria-prima vem de resíduos de fábricas antes de chegar ao mercado (como as aparas) e o pós-consumo, que usa material descartado (como embalagens longa-vida). O segundo tipo ajuda a retirar lixo da natureza por meio de coleta seletiva e da ação de cooperativas de catadores.

Plástico Biodegradável
São feitos a partir de substâncias orgânicas, como milho, cana e batata. Se descartado, o plástico desaparece na natureza em questão de meses. A degradação ocorre pela ação de micro-organismos. No entanto, na ausência de oxigênio (caso seja enterrado, por exemplo), a decomposição gera gás metano, que contribui para o efeito estufa.

Plástico Oxibiodegradável
Um aditivo acelera em até 400 vezes a dissolução do plástico tradicional -com a ação de luz, calor e umidade, reduz o tempo de 100 anos para 3 meses. Em uma segunda fase, micro-organismos terminam o processo e deixam como resíduos apenas dióxido de carbono e água.

Plástico Compostável
É um tipo de plástico biodegradável com base vegetal que se comporta como matéria orgânica comum. É produzido para ser usado no processo de compostagem, para a obtenção de húmus e adubo.

Confira agora o tempo médio de decomposição dos resíduos na natureza:
Papel: 3 a 6 meses
Palito de madeira: 6 meses
Cigarro: 20 meses
Nylon: mais de 30 anos
Chiclete: 5 anos
Tecido: 6 meses a 1 ano
Fralda descartável comum: 450 anos
Lata e copos de plástico: 50 anos
Tampas de garrafa: 150 anos
Isopor: 8 anos
Plástico: 100 anos
Garrafa plástica: 400 anos
Pneus: 600 anos
Vidro: 4.000 anos
Fralda descartável biodegradável: 1 ano
Sacolas biodegradáveis: em média 18 meses



No site Zen People você encontra várias opções de ecobags (sacolas retornáveis) para facilitar o seu dia-a-dia.

Confira: www.zenpeople.com.br

Como fortalecer o sistema imunológico dos baixinhos

por Conceição Trucom


Basta! Está na hora de fortalecer o sistema imunológico dos baixinhos. Ele existe para ser forte e não para depender de antibióticos que façam o trabalho dele.

E sabe o que acontece com uma criança mimada que tudo fazem por ela? Fica indefesa e vulnerável ao mundo externo. E sabe o que acontece com um sistema imunológico bombardeado por antibióticos? O mesmo.

Então o recado é como FORTALECER e NUTRIR para EVITAR o enfraquecimento do sistema imunológico, através do esclarecimento de como determinados alimentos podem minar a saúde dos baixinhos, e dos altinhos também. Vamos ao principal deles:

O açúcar

Desde cedo os pais, influenciados pelos hábitos sociais, e pela fácil aceitação que este sabor tem, encharcam seus filhos com alimentos doces. Aliás, sempre afirmo que aniversário de criança nada mais é que uma orgia assassina do sistema imunológico, do pâncreas e da flora intestinal. Ou seja, num momento de festa e celebração pela vida, a vedete é um vilão: o açúcar nos doces, bolo e refrigerantes.

Depois de instalado este hábito, que mina aos poucos a capacidade da criança apreciar outros sabores mais sutis e naturais, como o das frutas e seus sucos, a dificuldade para revertê-lo vai aumentando com a idade da criança. Aliás, crianças viciadas em doces e refrigerantes são as que mais desenvolvem rejeição por alimentos saudáveis.

O açúcar é muito prejudicial a todas as pessoas, mas o que dizer para as crianças? Principalmente naqueles alimentos onde predomina a presença da sacarose, como é o caso do açúcar refinado, o demerara, o mascavo, o melado ou o mel. Estes são exemplos de alimentos biocídicos, que acidificam rapidamente o sangue, deprimem o sistema imunológico, anulam enzimas digestivas causando fermentações (gases e gastrite), entravam o trabalho digestivo, intoxicam, além de ativarem desequilíbrios emocionais e mentais.

O açúcar refinado (branco, confeiteiro e cristal) é o pior de todos porque seus aditivos de refinamento destroem ainda mais rapidamente as enzimas digestivas, sequestram mais cálcio, magnésio e ferro do sangue, prejudicando a formação dos ossos, dentes, provocando anemia por elevada acidificação do sangue.

Em pesquisa realizada nos laboratórios da Universidade de Loma Linda, EUA, constatou-se que cada glóbulo branco saudável tem o poder de combater 14 bactérias nocivas ao corpo. Entretanto, veja na tabela abaixo como o consumo de açúcar reduz esta capacidade natural de defesa do corpo.


Tabela: depressão do sistema imunológico x consumo de açúcar

Consumo/dia de açúcar
(colheres de chá)

Número de bactérias nocivas que o
glóbulo branco tem força para destruir

0

14

6

10

12

5,5

18

2

24

1


Portanto, todos os alimentos preparados com excesso de açúcar também serão fragilizadores/depressores do sistema imunológico. Lembra daquele xarope de mel e agrião? Sara a tosse na hora, mas breve ela retornará, cada vez mais agressiva e forte.

O ideal é que a criança aprenda desde cedo a apreciar o sabor natural dos alimentos, que devem ser adequadamente mastigados e degustados antes do engolir. O indicado é evitar receitas muito doces e optar por preparos (sucos, mousses, saladas, etc.) com frutas frescas, secas e aditivadas com sementes germinadas.

As frutas são ricas em frutose, um açúcar lento (menos glicêmico), muito mais saudável, natural, associada com fibras, enzimas, vitaminas e água estruturada (vitalizada) que dificilmente provoca picos glicêmicos e não acidifica o sangue, ao contrário, alcalinizam beneficamente o sangue.

Logicamente, não dá para viver sem o doce, um sabor infantil que nos lembra afeto e prazer, mas o bom senso é:

- Consumir preferencialmente frutas frescas e frutas secas, seja na forma natural, em gelatinas, mousses ou sucos;

- Substituir o açúcar por consumo moderado do melado de cana ou pelo mel de caju azedo que apesar de biocídicos são mais diluídos (portanto menos doces), ricos em ferro, sais minerais e alguns micronutrientes;

- Consumir o mel como um medicamento, ou seja, com moderação e muita consciência e;

- Na necessidade de dar um pequeno (lembre: pequeno) acerto na doçura, a estévia é um adoçante natural indicado para adultos e crianças.

Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para Alimentação Natural, bem-estar e qualidade de vida.

Fonte: www.docelimao.com.br



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